Todas as vacinas

Abaixo, disponibilizamos os calendários de vacinação recomendados pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Nossas vacinas!

Dose única. Se o peso ao nascer for < 2.000g, adiar a vacinação até que o recém nascido atinja peso maior ou igual a 2.000g.

A revacinação com BCG não é recomendada mesmo para crianças que não desenvolveram cicatriz vacinal, pela ausência de evidências de que a repetição traga benefício adicional.

Três ou quatro doses (esquema 0 – 2 – 4 – 6 meses, 0 – 2 – 6 meses ou 0 – 1 – 2 – 6 meses). Esquema especial para bebês prematuros, consulte nossos calendários para mais informações.
Duas doses, com intervalo de seis meses. As Sociedades Brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIM) recomendam a aplicação rotineira aos 12 e 18 meses de idade, ou o mais cedo possível, quando a vacinação não ocorrer nestas idades.

Adultos não vacinados anteriormente e suscetíveis, devem ser vacinados para as hepatites A e B. A vacina combinada para as hepatites A e B é uma opção e pode substituir a vacinação isolada para as hepatites A e B. Para gestantes: consulte o Calendário de vacinação SBIm gestante.

  • Hepatite A adulto: Duas doses com intervalo de 6 meses
  • Hepatite B adulto: Três doses com intervalos de 0, 1 e 6 meses
  • Hepatite A+B adulto: Três doses com intervalos de 0, 1 e 6 meses
Protege contra difteria, tétano, coqueluche. A dTpa está recomendada mesmo para aqueles que tiveram a coqueluche, já que a proteção conferida pela infecção não é permanente. O uso da vacina dTpa, em substituição à dT, objetiva, além da proteção individual, a redução da transmissão da Bordetella pertussis, principalmente para suscetíveis com alto risco de complicações, como os lactentes. Considerar antecipar reforço com dTpa para cinco anos após a última dose de vacina contendo o componente pertussis em adultos contactantes de lactentes. Para gestantes: consulte o Calendário de vacinação SBIm gestante.
Protege contra difteria, tétano, coqueluche e poliomielite. Crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos. Utilizada na dose de reforço de 4 a 5 anos de idade.
Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite por Haemophilus influenzae do tipo B, Poliomielite e Hepatite B. Vacinação de rotina em crianças aos 2, 4, 6 meses e 1º reforço entre 15 e 18 meses. Pode ser substituída pelas vacinas Pentavalente Acelular e Hepatite B separadas. Aos 4 meses podem ser aplicadas tanto a Hexavalente como a Pentavalente.
Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite por Haemophilus influenzae do tipo B e Poliomielite. Vacinação de rotina em crianças aos 2, 4, 6 meses e 1º reforço entre 15 e 18 meses. Pode ser substituída pela vacina Hexavalente para incluir a Hepatite B na mesma injeção, a critério médico. Para 2º reforço, entre 4 e 5 anos de idade, recomenda-se o uso da dTpa-VIP.

Protege contra Meningites e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B. A vacina é recomendada para crianças a partir de 2 meses, adolescentes e adultos até 50 anos.

Protege contra Meningites e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y. A vacina é recomendada para crianças a partir de 2 meses, adolescentes e adultos até 65 anos.

Protege contra doenças graves como pneumonia, meningite e otite causadas por 13 subtipos de pneumococos. Indicada para crianças acima dos 2 meses e abaixo dos 6 anos e adultos acima dos 60 anos.

Vacinação de rotina em crianças aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses.

Para os maiores de 60 anos, recomenda-se de rotina complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).

Três doses, idealmente aos 2, 4 e 6 meses de idade. A primeira dose pode ser feita a partir de 6 semanas de vida e no máximo até 3 meses e 15 dias, e a última dose até 7 meses e 29 dias. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias. Se a criança cuspir, regurgitar ou vomitar após a vacinação, não repetir a dose. Não utilizar em crianças hospitalizadas. Em caso de suspeita de imunodeficiência ou RNs cujas mães fizeram uso de biológicos durante a gestação, a vacina pode estar contraindicada e seu uso deve ser avaliado pelo médico.
Crianças a partir de 6 meses, adolescentes, adultos e idosos.
Duas doses: aos 9 meses de vida e aos 4 anos de idade. Recomenda-se que crianças menores de 2 anos de idade, sempre que possível, não recebam as vacinas febre amarela e tríplice viral no mesmo dia, respeitando-se um intervalo de 30 dias entre as doses. Contraindicada para imunodeprimidos, mas se o risco de adquirir a doença superar os riscos potenciais da vacinação, o médico deve avaliar seu uso (consulte os Calendários de vacinação SBIm pacientes especiais). Essa vacina pode ser exigida para maiores de 9 meses de vida para emissão do CIVP, atendendo exigências sanitárias de alguns destinos internacionais. Neste caso, deve ser aplicada até dez dias antes de viajar.
Se o esquema de vacinação não foi iniciado aos 9 anos, aplicar a vacina o mais precocemente possível. O esquema de vacinação para meninas e meninos menores de 15 anos é de duas doses com intervalo de seis meses (0 – 6 meses). Para adolescentes com idade ≥ 15 anos, não imunizados anteriormente, o esquema é de três doses (0 – 1 a 2 – 6 meses).

Doenças causadas por 23 tipos de pneumococos. Recomenda-se a combinação da Pneumocócica 23-valente com a Pneumocócica 13-valente. O ideal é iniciar o esquema com a aplicação de vacina pneumocócica conjugada 13-valente. Deve-se aplicar uma dose da Pneumocócica 23-valente doze meses depois da dose da vacina conjugada, e outra cinco anos após a primeira dose da Pneumocócica 23-valente. A continuação dos reforços fica à critério médico.

Sarampo, caxumba, rubéola e varicela. A SBIm e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomendam como rotina para crianças uma dose aos 12 meses e outra entre 15 e 24 meses de idade, podendo a vacina tetra viral ser substituída pelas vacinas tríplice viral e varicela isoladas.

Para crianças com esquema completo, não há evidências que justifiquem uma terceira dose como rotina, podendo ser considerada em situações de risco epidemiológico, como surtos de caxumba e/ou sarampo. Em situação de risco para o sarampo – por exemplo, surto ou exposição domiciliar – a primeira dose pode ser aplicada a partir de 6 meses de idade. Nesses casos, a aplicação de mais duas doses após a idade de 1 ano ainda será necessária.
Considerada adequadamente vacinada a criança que tenha recebido duas doses da vacina após 1 ano de idade. Em situação de risco – por exemplo, surto de varicela ou exposição domiciliar – a primeira dose pode ser aplicada a partir de 9 meses de idade. Nesses casos, a aplicação de mais duas doses após a idade de 1 ano ainda será necessária.
Uma dose. Licenciada a partir dos 50 anos, ficando a critério médico sua recomendação a partir dessa idade.
Crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos que viajam para áreas de alta incidência da doença, em situações específicas de longa permanência e após análise médica criteriosa. Profissionais que lidam com águas contaminadas e dejetos.
Doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite. A vacina é recomendada para crianças aos 2, 4 e 6 meses de idade e um reforço aos 15 meses; adultos em situações especiais, recomendam-se duas doses.

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